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No fundo do poço? Use a mola pra pegar impulso!

Hey Pessoas… tudo jóia? Espero que sim!

Me conta uma coisa: você já ouviu falar num ditado que diz “no fundo do poço existe uma mola”?

Pois é, a gente pode até saber que tem a tal mola, mas o fato é que ninguém gosta de chegar lá no fundo do poço pra ver.


Não nos permitimos chegar até lá… preferimos não sentir inteiramente a felicidade, a tristeza, o medo, as vontades, etc.

Não é que a gente precise ceder a esses sentimentos, nem que a gente tenha que passar a vida caminhando em cima deles, mas…  não há nada errado em senti-los a fundo.

E ignorar os sentimentos não vai mudar a situação, só vai funcionar como analgésico que, na hora, ameniza, mas essa sensação depois acaba.

É a mesma coisa que tampar o sol com a peneira, é colocar band-aid na profunda ferida e, por não enxergá-la mais, fica parecendo que o machucado foi tratado. E não é verdade… ele continua lá por baixo.

 

 

Não ir até o fundo é mais fácil.
Só apagar o incêndio é mais fácil do que procurar a causa.
Dói… como dói ir a fundo, mas realmente no fundo do poço tem uma mola.

Quando você vai caindo, você não compreende o processo, mas quando você chega lá no fim e encontra a mola, ela te leva pra cima de volta.
E quando você volta, estará mais limpo, com mais vigor.

Existem muitos poços no caminho e lembre-se: não tem problema cair neles, viu?

 

 

Dia das Crianças: a sua criança interior merece os parabéns!

Heyyy People…

Olha, xô contar procêis…

Eu tô numa onda de procurar lidar com minha criança interior.

Se você acha isso místico ou não, eu não sei. Mas eu…  acho que isso é só mais uma linha da Psicologia, nada mais que isso.

Há um tempo, eu assisti a uma série (na verdade assisti a essa mesma série três vezes se não me engano) que relata a história de uma mina que enfrenta altos perres, e um deles é o distúrbio alimentar. Devido a isso, ela tem altos problemas com a autoestima.

Ray, apelido da atriz no seriado, passa por varias sessões de terapia e, em uma delas, o psicólogo a induz a visualizar ali, do lado dela, sua criança interior. Dali pra frente, ela bate um papo com essa criança, ou seja, com ela mesma… mas mais novinha.

E gente, o resultado é incrível, umas das coisas mais impactantes dessa área que já assisti.

Assim como a Ray, acredito que nós ficamos inúmeras vezes, paradas no tempo. Aliás, fluímos sim em certas áreas, mas em outras, algumas pessoas ficam estagnadas, por vários motivos, seja algum trauma que passou, alguma desilusão, falta de grana, enfim, tanta coisa que podemos relacionar.

E em algum momento da nossa vida, se quisermos crescer nesta tal área estagnada, precisaremos enfrentar, lidar com essa nossa criança interior. Voltar ao momento em que, por algum motivo, aconteceu algo que nos paralisou. E aí, podemos ajudar essa criança a sair dessa. Você, como adulta, pode usar as “ferramentas” que adquiriu ao longo da vida para ajudar “essa você” a crescer.

É meio complexo, mas ao mesmo tempo simples. Basta você falar pra você mesma e dar pra você mesma o que você tanto desejou naquele momento.

Eu tenho tentado embarcar nessa e até agora só tem me somado, acrescentado.

Por que você não aproveita esse Dia das Crianças pra fazer essa reflexão? O que será… onde será que em alguma área você se perdeu (se é que se perdeu)?

Permita-se ser amada, valorizada, acalentada como toda criança merece.

Feliz Dia das Crianças… pra você que está crescendo!

 

EGL (ENCONTRO GAROTA LIVRE) 30/09/2017

Hey people…  Como estamos? Então…

No último sábado nós tivemos mais um Encontro Garota Livre (EGL), e foi muito fofo, como eu já esperava.

O Encontro aconteceu aqui na minha casinha, e falamos sobre o “Presente” –  viver o “aqui e agora”.

 

 

Muitas de nós, inclusive eu, acreditam que existe a VIDA ETERNA, mas não é pelo motivo  dessa crença que não precisamos viver o HOJE… viver o hoje como um presente que Deus nos deu, ou sei lá…  como você queira acreditar.

O fato é que é muito difícil viver o agora, eu mesma tenho uma dificuldade enorme com isso!

Dá uma olhada na próxima foto… rs…
Estava fresquinho, por isso essas mantas fofas <3
Nossas SEREIAS são lindas, não?! Muito amor envolvido!

 


Mas voltando…
Um dos grandes problemas de não viver o agora é que ficamos muito presos ao passado – ao que não existe mais.
O passado é um lugar de onde deveríamos apenas tirar boas lições, mas não carregá-lo nas nossas vidas no momento atual.

E também ficamos presos ao futuro, que também não existe! Pelo amor de Deus, não estou excluindo a possibilidade da vida eterna (como já disse anteriormente), mas ficar preso ao futuro nos traz ansiedade por algo que nem sabemos se realmente vai acontecer.

Fazer planos pra vida é essencial, mas viver por esses planos não dá.

Basicamente foi isso.


 

E como sempre, conversamos muito, desabafamos, e uma convidada que já faz parte da família Garota Livre fez uma dinâmica muito relevante conosco.
E claro, beliscamos umas coisinhas rsrsrs dessa vez teve chocolatinhos e amendoins.

Pensou que não teve lembrancinha dessa vez? Teve sim… com muito amor.
Na foto não dá pra ver direito, mas presta atenção no final do saquinho plástico: foi um par de “piranhinhas”.
Sabe aquelas presilhas que prendem um tantinho do nosso cabelo e dá pra fazer uns penteadinhos bem bacanas?
A escolha dessa lembrança foi pra nos alertar que não devemos ficar “presas” nem ao passado nem ao futuro.

 

 

Genteeee… de verdade… sou suspeita, mas nossos encontros têm sido muito edificantes, e com todo carinho EU ESPERO uma VISITA SUA.

Vemmmmmm

 

Saia da caixinha ou não!

 

O que é ser frágil ? O que é ser forte?

A fragilidade é quando algo se “rompe” facilmente, e o forte seria o oposto!

Ser forte tem parecido uma virtude, e talvez seja…

Mas a fragilidade… essa com certeza é uma virtude escondida, não reconhecida.

Eu ser frágil, me possibilita a flexibilidade, a possibilidade de romper, e de conhecer algo novo, de novo!

A fragilidade me concede a grandeza de me pôr de vez em quando em minha caixinha e ficar só, sem ninguém me tocar, ou às vezes à exposição do meu ser, com a possibilidade permanente de eu ser tanto analisada, quanto quebrada.

Em caquinhos, consigo ver cada pedacinho meu, como sou feita. Para depois ser reorganizada. Reestruturada.

E restaurada, consigo ver cada triz quebrado, cada cicatriz aparente, o que me torna mais humana. E permanecer de pé, diria que é algo sobrenatural.

Deixo de ser superficial. Algo banal. E passo a ser mais complexa.

Talvez sem a forma de como vim, mas com segurança de que posso me reinventar.

Não tenha medo.

Siga em frente.

Você é linda.

Se guarde ou se exponha.

Você decide.

Mas não se preocupe em se quebrar. As coisas mais fascinantes desse mundo são as diferentes.

Mais um enfeite é só um enfeite.

Um enfeite restaurado, tem um quê a mais de beleza!